A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) atingiu no último fim de semana, a marca de cem mil protetores faciais fabricados por alunos e professores dos cursos de Medicina, Engenharia e Direito. Esse resultado mostra mais uma vez o compromisso e a responsabilidade da Universidade com as ações de prevenção contra o novo Coronavírus (Covid-19) e com a vida das pessoas que atuam na linha de frente do combate à doença.

O projeto atende a uma convocação do Governo do Amazonas e conta com o apoio de 24 voluntários que se revessam 24h por dia, desde o início da pandemia, para que a produção dos protetores faciais seja ininterrupta. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são fabricados em impressoras 3D instaladas nos laboratórios da Escola Superior de Tecnologia (EST/UEA) e distribuídos para os profissionais de saúde do Amazonas.

Para a coordenadora do projeto, a acadêmica do curso de medicina da UEA, Tânia Ramchandani, alcançar essa marca tão expressiva mostra a comprometimento da equipe na missão de salvar o maior número possível de vidas durante a pandemia. Tânia destaca ainda a importância da integração dos cursos da UEA para o sucesso do projeto.

“A nossa ideia era só produzir os protetores apenas para os colegas da UEA. Hoje, vendo que alcançamos a marca de cem mil protetores fabricados posso dizer que é algo maior que simplesmente ¿dever cumprido¿, é a confirmação do que colocamos como missão: salvar vidas! Nada disso seria possível sem o apoio de todos os voluntários, eles foram a alma do projeto e mostraram quanto a integração da Medicina e da Engenharia é importante para a sociedade. Nos tornamos uma família e nela representamos o verdadeiro espirito humano da UEA”, disse a coordenadora.

Para o reitor da UEA, Cleinaldo Costa, o esforço da equipe merece reconhecimento e gratidão. “Foram dias e noites dedicados ao trabalho de produzir esse material. Agradeço em nome da UEA e em nome de todos os profissionais de saúde, da capital e do interior, beneficiados com essa ação. É uma atividade que já faz parte da história da UEA reafirmando nosso objetivo de educar a Amazônia e permanecer presente em todo o estado”, destacou.

Foto: ASCOM UEA


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